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Mostrando postagens com o rótulo Familia

131- Há 5 anos ...

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  Há 5 anos eu iniciava despretensiosamente minha jornada em um blog. Sem muito conhecimento sobre a ferramenta e sua abrangência, fiz dele um caderno de reflexões. Discretamente os textos foram surgindo, dando personalidade ao meu “caderno”. O tempo foi passando. Os amigos foram chegando e partilhando comigo também suas reflexões provocadas pelos textos publicados. Que delícia!!! E aqui estou eu... 3 meses sem escrever. A pandemia me silenciou!! Existe um mix de emoções sem definição em meu coração. As reflexões continuam acontecendo em minha mente...   Mas não as consigo transcrever. A emoção toma conta e as lágrimas rolam. Hoje, exatamente hoje faz 1 ano desde que recebi a informação em meu município de que iríamos enfrentar a pandemia. 1 ano de incertezas. 1 ano tentando não deixar que a lucidez nos abandonasse; 1 ano reinventando formas para que a rotina não pesasse sobre nossos relacionamentos familiares; 1 ano aprendendo o que é ensinar dentro de c...

126- Mala

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Na casa de meus pais eles ainda guardam uma mala antiga. Mala essa que era utilizada por eles quando éramos mais novos para nossas viagens à Itabira. Engraçada dizer que até outro dia (mesmo sempre sabendo de sua existência) não tinha dado a ela seu real significado. Estava sentada no quarto onde ela está admirando o tudo e o nada (tão famosa pausar para relaxar) quando olhei para cima do guarda-roupa e pude pausar meu olhar sobre ela. Lembro-me que sorri ao vê-la. Quando crianças viajávamos muito, era só dar oportunidade, mas o destino era sempre o mesmo. Ir para Itabira. Terra essa que escolhi como sendo do meu coração. Ali encontrávamos com os parentes próximos e a festa era certeira. O pouso era na casa de nossos avós maternos (que felizmente tive a honra de conhecer).  Enquanto escrevo consigo sentir o cheiro da casa - uma mistura de fumo usado por nosso avô, o perfume das plantas variadas e o cheiro que exalava deles. E a mala sempre teve seu papel de honra em nossas viagens....

125- Carta aberta ao meu Irmão

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  Múltiplas são as formas que o Pai encontra de nos abençoar, e uma delas é a Fraternidade. Sou uma pessoa grata (vocês já perceberam isso). Nasci em uma família amorosa, com pais carinhosos e dedicados e um irmão cheio de adjetivos. Nossos pais têm 4 filhos – dois no céu intercedendo por nós, então tenho 3 irmãos. Como nossa caçulinha esta no céu velando por nós fico sendo aqui na terra a mais nova da casa. Cheguei à família quando meu irmão já tinha 6 anos (pensa... por mais que ele também quisesse não deve ter sido fácil, dividir a atenção que era exclusiva dele agora com uma pequena pirralha). Não tenho muitas lembranças afetivas de nossa infância até os 5 anos. Mas pelo que contam e pelas fotos que colecionamos, eu fui muito bem cuidado por ele. Após os 6 anos as lembranças são claras... Lembro as implicâncias de ambos, das brigas por motivos justos e também pelas sem motivos. Das comparações que eu sempre fazia, por não poder ir onde ele ia (nossa diferença de idade é de 6 an...

39- Advento

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Então... caminhamos para o final de mais um ano!!! Eu e família curtimos a ansiedade na contagem regressiva da chegada do novo membro, então temos motivos infinitamente maiores para comemorar a chegada do Dezembro.  Não me recordo muito bem de como eram minhas reações quanto ao lado lúdico do Natal na infância. Da adolescência em diante sempre houve o encantamento com as cores, comemorações, presentes desse universo.  Hoje percebo que a cada ano que se passa, mais encantada fico com os enfeites expostos... o Papai Noel, nossa, como esse bom velhinho enche meus olhos com o carisma que passa dentro daquela roupa (um tanto quanto quente para nossa região).  No shopping da cidade em seu teto, tem gigantes bonecos infláveis... é mais forte que eu... toda vez que passo perto meu sorriso é automático, como se ele estivesse conversando comigo.  Mesmo com toda a preparação pré-baby... iremos montar nossa árvore em casa, para alimentar n...

35- Simples de coração

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Há alguns dias fizemos uma pequena e breve viagem em família, com a intenção de passear com o pequeno e visitar familiares. Foi maravilhoso... infelizmente o tempo foi curto para rever todos, fazer o que não é mesmo? nem tudo acontece como gostaríamos.. ficamos com o gostinho de "quero mais". Nesse curto espaço de tempo, no trajeto entre uma casa e outra, passamos em frente a uma distribuidora de picolés e um filme passou em minha mente. Quando criança, uma de minhas tias era casada com um vendedor de picolés. Tem noção do orgulho que eu tinha em ter um tio "Vendedor de Picolés"??? Só a ideia de os encontrar em nossas viagens familiares me deixava eufórica. Na família muitas eram as crianças nessa época, então ele não perdia tempo, sempre que tinha alguma reunião ali ele estava com seu carrinho. Todos os pais compravam vários e seu estoque no carrinho rapidamente acabava. Lembro-me claramente do dia em que meu pai me levou ao local de trabalho d...

33- Pequenos Gestos

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Indiferente a sua religião, gostaria de compartilhar algo que gosto muito... Os ensinamentos que Santa Teresinha do Menino Jesus deixou. Sou suspeita, porque sou apaixonada... então, se quiser fazer uma leitura que possa fazer alguma diferença em sua vida, deixo abaixo um link. http://www.almaspequenissimas.net/pequenavia.htm Hoje não utilizarei de minhas palavras, compartilho com vocês uma postagem que recebi. Se tiverem o interesse na leitura acima, perceberão a relação com o texto abaixo. Todos dois podem mudar o seu olhar sobre a vida. O poder dos Pequenos Gestos Márcio Kuhne Conta o escritor Tom Anderson que certa vez ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto ...

3- Família

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"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor com ele você conquistará o mundo." Albert Einstein Estamos em um mundo em que as relações estão cada dia mais superficiais. Preferimos interagir com  estranhos a conviver com nossos familiares e por que isso acontece??? Porque o estranho não nos conhece na essência, não sabe sobre nossa história, não conhece nossos medos, as histórias que incomodam nossa alma.  Com o estranho, se tudo não vai bem, simplesmente nos afastamos e tentamos um laço com outro, com a família não, podemos até nos afastar, mas no final é com eles que contamos, com eles que chorarmos nossos dramas, com eles que buscamos um Porto Seguro. Como estão seus laços familiares? Com quem precisa Restabelecer seus vínculos??? Vem comigo... nessa incrível viagem em direção ao nosso autoconhecimento.